quem somos


Hey! Nós somos a Nath e o Lucas, sócios no trabalho e na vida.

Mudar é uma paixão nossa desde que vivíamos com um emprego fixo, um apartamento, uma cidade e uma pilha de coisas que chamávamos de lar.

Faz 2 anos que escolhemos deixar de lado tudo o que nos prendia a um lugar fixo (Floripa) para abrir nossa empresa remota e morar em um país diferente a cada três meses (ou mais ou menos isso). Não poder ver o mundo sempre nos incomodou: por que morar em um só lugar, se existem tantos? Por que ir até um escritório físico para trabalhar se posso fazer isso de um café com uma vista incrível? ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Questionamentos como esses são superpresentes na nossa vida até hoje: como podemos ganhar dinheiro de outras formas? Que tipo de rotina nos faz bem? Realmente gostamos de viver assim? Como podemos absorver melhor a cultura de um país? A cada resposta que encontramos, nos permitimos mudar internamente e adaptar a maneira como o nosso pequeno mundo funciona. Às vezes dá muito certo. E às vezes dá errado. Em todo caso, escolhemos uma vida móvel: na qual estamos sempre atrás de descobrir o novo, questionar o velho e aprender alguma coisa. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

E compartilhamos tudo neste blog.

Nós prometemos sempre dar o nosso melhor por aqui, contando tudo o que aprendemos sobre viver viajando, não ter “casa”, trabalhar remoto, fazer dinheiro e conhecer o mundo — em forma de texto, uma vez por semana.

Quer compartilhar o seu melhor com a gente também?

Se quiser saber mais sobre a nossa história, contamos tudo neste vídeo aqui.

 

Ok, preciso fazer uma confissão. Eu sou péssimo.

Sou péssimo porque tenho muita vergonha de falar sobre a minha vida e o que estou vivendo.

E isso é bom e ruim, ao mesmo tempo.

Mas é quase #2018 e eu sinto que devo falar abertamente sobre sonhos e promessas de ano novo.

Já fazem dois anos desde que eu e a Nathale saímos atrás de um sonho pessoal (em dupla). E esse sonho foi decidido exatamente há dois anos nas festas de fim de ano na Cidade do México.

A gente vivia uma vida que não estava de acordo com o que queríamos. Estávamos presos a uma mentalidade de seguir carreira, valorizar pessoas que não tinham nada a ver com o nosso estilo de vida e acordar dia após dia, querendo que o fim de semana ou as férias chegassem.

Nós decidimos nos jogar do penhasco. Largar mão do rat race. A ideia era viajar o mundo e seguir trabalhando.

E não deu certo.

Não deu certo porque sonhos normalmente não têm uma trajetória agradável.

Você tem que quebrar todos os hábitos ruins do passado. E isso dói. Tem muito julgamento próprio envolvido, muitos olhares tortos e muitos conselhos amigáveis dizendo que isso é passageiro:

“Vocês são jovens, podem fazer esse tipo de coisa!”

Você precisa dizer não para empregos louváveis, para oportunidades imperdíveis porque você decidiu “abrir mão de tudo e se jogar no mundo”.

E não é bem assim.

Os primeiros passos são sempre difíceis, mas como uma criança, você aprende a caminhar depois de alguns tombos. Até que um dia nem percebe mais que está caminhando.

Viver uma vida de trabalhar e viajar nunca foi um desejo passageiro. Isso faz parte de uma motivação interna e é o que me motiva hoje a fazer o meu trabalho bem feito e a estar satisfeito com a minha vida.

E tenho certeza que isso só deu certo hoje (sim, estamos viajando pelo mundo e trabalhando), porque nós acreditamos desde o momento zero, dois anos atrás, que daríamos conta de viver o que queremos.

E acreditar não é um simples exercício mental. É deixar de lado tudo que não importa. Escolher não escolher várias possíveis vidas que você poderia ter, para ter uma que esteja alinhada com os seus princípios e assim viver algo que gosto de chamar de felicidade.

Por estar feliz com a minha vida, e desejar o mesmo para vocês, decidi compartilhar um conteúdo que estava “oculto” até então de uma palestra que eu e a nath fizemos em um evento do Warren Brasil.

O que está aí, nesse vídeo, são nossos votos para quem quer sair do status quo no próximo ano e mudar de vida, seja para onde for.

ps.: esse palestra é de julho, algumas coisas já mudaram, mas a essência é a mesma 🙂

Publicado por Lucas Henrique Morello em Domingo, 31 de dezembro de 2017